"A Instabilidade e Imprevisibilidade do Nosso Comportamento
“Men occasionally stumble over the truth, but most of them pick themselves up and hurry off as if nothing ever happened.” -Sir Winston Churchill
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Reflexões... (2)
domingo, 4 de julho de 2010
Reflexões...
Nós e os outros…
Por que será que, todos nós ou quase, quando nos sentimos desencantados e/ou decepcionados, tentamos, mesmo sem razão, culpar - quase sempre - os outros?
Por que será que, todos nós ou quase, tentamos culpar os outros das nossas próprias frustrações?
Por que será que, quase sempre, quando a vida nos corre mal, tentamos sempre convencer-nos, que a culpa é dos outros?
Não interessa nada que tenham o direito de se defenderem. Culpam-se, e pronto! Caso arrumado… Parece que, cada vez mais, cada um se acha dono da razão e da verdade e acabou-se!
Deixar os outros defenderem-se, para quê? A decisão está tomada e é irreversível…
Depois, queixamo-nos que a Justiça não funciona. Como poderá funcionar, se logo ao nível individual, não permitimos que funcione?
terça-feira, 29 de junho de 2010
Mundial de Futebol
domingo, 27 de junho de 2010
Coisas do futebol e não só...
Alemanha 4 – Inglaterra 1
Por estas e por outras, é que o futebol, me é mais ou menos indiferente.
Na verdade, graças a um “jeitinho” do árbitro de seu nome Jorge Larrionda, cidadão uruguaio, ao invalidar um golo perfeito e limpinho de Frank Lampard, - segundo as imagens e os comentadores, a bola esteve bem meio metro para lá da linha de golo - a Inglaterra viu um resultado de 2-2, transformar-se, com o decorrer do jogo, num pesadelo final: 4-1
Perguntar-se-á, se o senhor árbitro tivesse interpretado correctamente as leis do jogo como lhe competia, qual teria sido a verdadeira evolução e o real resultado do jogo? Infelizmente, nunca o saberemos.
Tal como nunca saberemos, o que noutros campos para além do futebol, sucederia se não acontecessem certos “jeitinhos” em benefício de alguns… quase sempre, ou sempre, os mesmos...
sexta-feira, 25 de junho de 2010
As Palavras...
São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.
Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.
Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.
Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?"
Espero que ao lerem este poema, ele sirva, de alguma maneira, para meditarem sobre tanta coisa que por aí se diz... Algumas muito, mesmo muito importantes, outras, nem tanto...
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Meditações...
O melhor modo de nos vingarmos é não nos assemelharmos a quem nos faz mal.
O que não é bom para o enxame não é bom para a abelha.
Hoje saí de todas as dificuldades; ou melhor, expulsei todas as dificuldades, pois elas não estavam no exterior, mas no interior, nas minhas opiniões.
Apagar o que vem da imaginação; reprimir os impulsos; eliminar os apetites; ater-se por si mesmo à razão.
Quem ama a fama faz a sua felicidade depender dos outros; quem ama o prazer faz a sua felicidade depender das suas próprias sensações; quem é inteligente faz a sua felicidade depender dos seus próprios actos.
Que as coisas futuras não te preocupem. Chegarás a elas, se tiver de ser assim, levando a mesma razão que agora usas para as coisas presentes.
Não te juntes aos outros nas lamentações nem nas emoções violentas.
Explora-te por dentro. É dentro que está a fonte do bem e ela pode jorrar sempre, se a explorares sempre.
Homem nenhum te impedirá de viver segundo a razão de tua natureza; nada te acontecerá contra a razão da natureza universal.
Procura a verdade, pela qual nenhum homem jamais foi ferido.
Mantém-te simples, bom, puro, sério, livre de afectação, amigo da justiça, temente aos deuses, gentil, apaixonado, vigoroso em todas as tuas atitudes.
Reverencia os deuses e ajuda os homens.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Solstício de verão...
