sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Muito, mas muito obrigado...


Graças a si e aos seus "compagnons de route", temos o que merecemos por termos consentido ...
Thank you very much
Muchas gracias
Merci beaucoup
Vielen dank
Grazie tante
Σ ' ευχαριστώ πάρα πολύ
Dank u wel
Tack ska du ha
Kiiti paljon


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Na verdade...


Pois é, pois é...


in 'Sábado' 3 Outubro 2011

Na verdade, muito tempo se tem perdido para achar uma solução para a crise...

Que atrevimento...


Então isto faz-se...
n 'Sábado' 3.Outubro.2011

sábado, 17 de setembro de 2011

Viva a desfaçatez...

"Seguro acusa Passos Coelho de ser cúmplice de Alberto João Jardim"
in "i" online

E o Seguro é cúmplice de quem?


Não está em questão a gravidade do 'buraco' detectado na Madeira.

Não devemos é, ao criticar a Madeira, esquecer que, aqui no cantinho, entre 2005 e 2011 a dívida pública passou de 80 para 160 mil milhões.

Como diria a minha Avó:
"Quem tem telhados de vidro, não deve atirar pedradas...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Quem diria...

Respigo do jornal 'i' de hoje:

"Grandes clientes da Banca fiscalizados.
Dívidas de Berardo na mira da Troika.
Empresário obteve um crédito de mil milhões em 2007 da CGD de Santos Ferreira e Armando Vara para comprar acções do BCP que hoje valem 73 milhões".

Comentários para quê? É genuinamente português...

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Tem a sua graça...desgraçada



In "The Economist" September 3rd, 2011

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

E esta hein?

No 'i' de hoje:


“Ex-primeiro-ministro esteve na última sexta-feira com a chanceler alemã e uns dias antes com Zapatero. Antecipou-se a Passos Coelho”


Que quererá isto dizer? Respigo do "i":


"... A quem conhece José Sócrates, não espanta esta tentação de influenciar as decisões e condicionar a margem de manobra dos adversários políticos. Estamos igualmente bem habituados ao pouco sentido de fair play político do ex-primeiro-ministro. O que talvez fosse mais difícil de imaginar é que os dirigentes políticos europeus aceitassem jogar intrigas de bastidores. Resta esperar que tais malabarismos não tenham maior consequência que aquela que tiveram outros números circenses de José Sócratesbol.(bold meu). Estaríamos nesse caso diante de práticas de política paralela que, a ser apadrinhadas ao mais alto nível dos salões europeus, seriam motivo de preocupação.

Não é segredo para ninguém o facto de o chumbo do PEC 4 em Março não ter caído no agrado de Angela Merkel, a ponto de Passos Coelho não ter sido depois poupado à reprimenda da chanceler alemã e de Sarkozy. Pelos vistos, o primeiro-ministro português está longe ainda de poder contar, junto dos amigos de Sócrates, com a confiança que nele depositaram os portugueses no recente acto eleitoral."


Quem souber, que explique, por favor...