Ainda a Amizade...
“Men occasionally stumble over the truth, but most of them pick themselves up and hurry off as if nothing ever happened.” -Sir Winston Churchill
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Reflexões...(4)
terça-feira, 6 de julho de 2010
Reflexões... (3)
in ”A Conquista da felicidade”
Aqui estava, diante dos meus olhos a explicação para tantas interrogações. Maravilha...
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Reflexões... (2)
"A Instabilidade e Imprevisibilidade do Nosso Comportamento
domingo, 4 de julho de 2010
Reflexões...
Nós e os outros…
Por que será que, todos nós ou quase, quando nos sentimos desencantados e/ou decepcionados, tentamos, mesmo sem razão, culpar - quase sempre - os outros?
Por que será que, todos nós ou quase, tentamos culpar os outros das nossas próprias frustrações?
Por que será que, quase sempre, quando a vida nos corre mal, tentamos sempre convencer-nos, que a culpa é dos outros?
Não interessa nada que tenham o direito de se defenderem. Culpam-se, e pronto! Caso arrumado… Parece que, cada vez mais, cada um se acha dono da razão e da verdade e acabou-se!
Deixar os outros defenderem-se, para quê? A decisão está tomada e é irreversível…
Depois, queixamo-nos que a Justiça não funciona. Como poderá funcionar, se logo ao nível individual, não permitimos que funcione?
terça-feira, 29 de junho de 2010
Mundial de Futebol
domingo, 27 de junho de 2010
Coisas do futebol e não só...
Alemanha 4 – Inglaterra 1
Por estas e por outras, é que o futebol, me é mais ou menos indiferente.
Na verdade, graças a um “jeitinho” do árbitro de seu nome Jorge Larrionda, cidadão uruguaio, ao invalidar um golo perfeito e limpinho de Frank Lampard, - segundo as imagens e os comentadores, a bola esteve bem meio metro para lá da linha de golo - a Inglaterra viu um resultado de 2-2, transformar-se, com o decorrer do jogo, num pesadelo final: 4-1
Perguntar-se-á, se o senhor árbitro tivesse interpretado correctamente as leis do jogo como lhe competia, qual teria sido a verdadeira evolução e o real resultado do jogo? Infelizmente, nunca o saberemos.
Tal como nunca saberemos, o que noutros campos para além do futebol, sucederia se não acontecessem certos “jeitinhos” em benefício de alguns… quase sempre, ou sempre, os mesmos...
sexta-feira, 25 de junho de 2010
As Palavras...
São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.
Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.
Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.
Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?"
Espero que ao lerem este poema, ele sirva, de alguma maneira, para meditarem sobre tanta coisa que por aí se diz... Algumas muito, mesmo muito importantes, outras, nem tanto...