segunda-feira, 21 de junho de 2010

Solstício de verão...

No dia da passagem de mais um solstício, que assinala o início do Verão, veio-me à memória uma visita a Stonehenge que, segundo parece, começou a ser construída cerca de 3.100 anos aC e se destinava a rituais religiosos. É um monumento espectacular e tem pedras que pesam cerca de 50 toneladas cada uma. De qualquer maneira, parece que a disposição dos anéis internos e externos têm algo a ver com alguns movimentos do Sol e da Lua. É considerado Património da Humanidade.

Photo of Stonehenge, Wiltshire. Part of the UK Travel and Heritage Image Library from Britain Express, Wiltshire Collection. These photos were taken in mid summer (the week after the summer solstice). A small group of us obtained permisssion to access the stone circle outside regular opening hours, and were able to walk among the stones - a real treat not available to regular visitors!

sábado, 19 de junho de 2010

S.Exª. D. Cabovisão

Ontem, às 19 e 45, houve uma falha de corrente eléctrica. Passada cerca de meia hora ou nem tanto, a EDP repôs, como lhe competia, o fornecimento. No entanto, S.Exª. a D. Cabovisão, fornecedora de TV, telefone e internet, só repôs os seus serviços passadas umas boas três horas. Três reclamações pelo meio e sempre a resposta de que já tinham detectado que havia uma anormalidade que estavam a tentar resolver. Previsão: não sabiam. Claro que, na terceira reclamação, passadas tantas horas sem qualquer serviço, o tom de voz subiu umas oitavas. Resultado: o funcionário que nos atendeu do outro lado do fio, com menos paciência que o reclamante, preveniu: se não baixar o tom de voz, desligo-lhe a chamada. Se bem o pensou, melhor o fez! Conclusão: cerca de quinze minutos de telemóvel para pagar, três horas sem serviços que irão ser pagos como sempre e, da parte da D. Cabovisão, um funcionário que, no mínimo, não tem condições para estar do lado de lá a atender reclamações. Que fazer com esta gente? Mudar para a concorrência? Segundo alguns amigos, será pior a emenda que o soneto.
Desabafo final: será que, neste cada vez mais pobre País, tirando os aumentos de impostos (só para alguns, claro!) já nada funciona em condições? Quem souber, que responda!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Campeonato do Mundo de Futebol

Como sempre, entrámos com os dois pés ao mesmo tempo...

A culpa de mais um resultado nulo, sem graça nenhuma, é de quem?
Do seleccionador que, parece confirmar-se, não entende nada ou entende muito pouco de futebol; ou dos jogadores que não deram o litro nem se esfarraparam todos para, ao menos, terem marcado um golito?
A um leigo em futebol como eu, ainda por cima a uns milhares de quilómetros de distância, parece que as coisas não estão nada bem em termos de organização. Organização da selecção portuguesa, claro!
Onde está o entusiasmo dos jogadores dentro do campo?
Por que razão é que o Sr Professor Queiroz, veios depois do jogo e do empate, dizer que as leis do jogo não são iguais para todos, dado que a FIFA resolveu, através do árbitro, deixar o Drogba usar uma protecção especial para poder jogar?
Será que o dito Sr Queiroz não sabia, que um vice-presidente da FPF tinha afirmado, antes do início do jogo, que Portugal dissera à FIFA nada ter a opor sobre o uso da tal protecção?
E, last but not the least, parece que o caso da lesão do Nani ainda está por explicar.
Haja alguém que esclareça, preto no branco, o que efectiva e realmente se está a passar! Se não, mais uma vez, à boa maneira portuguesa, se a participação de Portugal no Mundial for um fracass0 (longe vá tal ideia), a culpa não será de ninguém... coitada, lá irá morrer solteira outra vez...

sexta-feira, 11 de junho de 2010

A propósito de uma ideia estrambólica... ou talvez não...

Afinal, a ideia era tão estrambólica, tão estrambólica que, até agora, não mereceu qualquer tipo de comentário. Nem sim, nem sopas...
Como a ideia é minha, poderei sempre pensar que é tão boa, tão boa, que ninguém se atreveu a comentá-la. Por pura inveja, imagino...
Mas a sério, a sério, o que é grave mesmo é ninguém ter dito nada.
Na verdade, a falta de um qualquer comentário faz-me pensar que, quer queiramos, quer não, estamos bem pior do que eu imaginava. Ou seja, o comodismo é cada vez mais uma instituição nacional profundamente enraízada.
Nem uma ideia estrambólica ou talvez não... gerou qualquer tipo de interesse nos eventuais leitores.
E eu a pensar que a ideia iria gerar polémica...
Sou mesmo um convencido!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

terça-feira, 8 de junho de 2010

Uma ideia estrambólica ou talvez não...

Como todos sabemos, as coisas não correm nada bem para o nosso pobre País e, consequentemente, para quase todos nós, Portugueses. O desemprego, as dificuldades de toda a ordem, a luta pela sobrevivência, os impostos, o déficit, não parecem querer ajudar a diminuir, por pouco que seja, as dificuldades da grande maioria. Por culpa do Governo, por certo. Pela conjuntura, também. Por decisões políticas tomadas tardia ou erradamente; por, acima de tudo, particularmente, o Senhor Primeiro Ministro, estar sempre mais preocupado com a sua imagem e as suas convicções (?) do que com as realidades do País, chegámos a um ponto de difícil retorno.

É certo que, neste nosso País, há umas quantas Empresas que, mercê da actuação dos seus Gestores e de acertadas decisões, são de topo e um exemplo de que, afinal, em Portugal, ainda há muita gente que sabe gerir mesmo em tempos adversos e conseguir resultados assinaláveis.

Tenho em mente, de há uns dias para cá, lançar através deste insignificante blogue um repto ou um desafio a esses Senhores: por que não juntarem-se, criarem um Grupo para avaliarem com muito cuidado e atenção a situação real do País e proporem, se tal for possível, ao Senhor Presidente da República, a criação de um Governo supra-partidário, de boas vontades, constituído pelas grandes “carolas” da Gestão para que, durante um período de tempo adequado, ( um ano, dois, ou talvez mais ?) gerirem o País com as regras da boa gestão de molde a colocá-lo, de novo, nos carris do desenvolvimento e do progresso e não nos carris da satisfação das vaidadezinhas dos políticos.

Então, será que este desafio é assim tão descabido? Será algo impossível? Será que os grandes Senhores da Gestão, estarão interessados em ajudar o País?

Poder-se-á perguntar o que durante o tempo dum hipotético Governo como o sugerido, aconteceria aos profissionais da política? Cá para mim, particularmente os dos dois maiores partidos políticos, poderiam aproveitar e fazerem estágios junto dos governantes para participarem nas reuniões do Governo, a fim de aprenderem a tomar decisões, a respeitar os outros e as respectivas opiniões, etc., etc. Certamente, tal estágio, ser-lhes-ia muito útil.

De certeza absoluta que, com o empenhamento desinteressado de todos, sem quaisquer interesses em mente que não fossem os deste pobre País, ganharíamos todos e muito!

Por certo, dentro de algum (pouco, por certo) tempo, começaríamos a ter sinais de que estávamos a entrar no bom caminho.

Se tal não acontecesse, seriamos obrigados a chegar à conclusão que, afinal, não há Gestores neste cantinho à beira-mar plantado e que as Empresas de sucesso o são por mero acaso.

Fica o desafio

domingo, 6 de junho de 2010

Pensar e meditar

O Retiro da Alma

Há quem procure lugares de retiro no campo, na praia, na montanha; e acontece-te também desejar estas coisas em grau subido. Mas tudo isto revela uma grande simplicidade de espírito, porque podemos, sempre que assim o quisermos, encontrar retiro em nós mesmos. Em parte alguma se encontra lugar mais tranquilo, mais isento de arruídos, que na alma, sobretudo quando se tem dentro dela aqueles bens sobre que basta inclinar-se para que logo se recobre toda a liberdade de espírito, e por liberdade de espírito, outra coisa não quero dizer que o estado de uma alma bem ordenada. Assegura-te constantemente um tal retiro e renova-te nele. Nele encontrarás essas máximas concisas e essenciais; uma vez encontradas dissolverão o tédio e logo te hão-de restituir curado de irritações ao ambiente a que regressas.

Marco Aurélio (Imperador Romano), in "Pensamentos"